PLASMA, CAMPOS, ÁTOMOS E ENERGIA LIVRE

1236458_683441071714784_493242916_nOs cientistas erradamente consideram O QUE CHAMAM DE PLASMA de o quinto estado da matéria. Eles eletrizam gases nobres (seus prótons) mediante alta tensão, mas na verdade continuam sendo gases, só que mais energizados, então não há um novo estado da matéria, apenas maior ionização, ou talvez carga elétrica. O plasma, portanto, quando bem entendido segundo os conceitos de Keshe, ele não é o quinto estado da matéria, pois é anterior a toda a matéria. Um neutron é um plasma e também pode se tornar um plasma-mãe para gerar dois plasmas distintos. O próton é um plasma, o elétron é um plasma. Assim como dentro de um átomo há estes três componentes, também dentro de cada plasma há os três componentes (ou pacotes) plasmáticos, que são a antimatéria, a matéria escura e a ‘matéria’ plasmática. É este terceiro e energéticamente mais fraco componente do plasma que se observa como matéria física, sempre que este esteja muito densificado (ou empacotada sobre si mesma, em seus campos) e possua magnetosfera para que seja visível aos aminoácidos do sistema ocular humano.

Em termos de energia, ou em termos energéticos, o que conhecemos como a matéria É a força mais fraca da trindade plasmática. Nós seres humanos até agora temos erradamente devotado tantos esforços e recursos para gerar energia a partir da matéria, que é o plasma mais fraco. O que Keshe tenta esclarecer é que é muito mais inteligente gerar energia aproveitando-se das forças menos fracas, ou, melhor dizendo, as mais fortes do plasma, pois são mais potentes ou mais poderosas para gerar energia do que lidar diretamente com a matéria densa. Keshe então diz que, para isto, se tem que “abrir o plasma” para aproveitar seus CmP (Campos magnéticos “plasmáticos”). Esta técnica de “abrir o plasma” é algo muito discutido nos grupos de estudo e ainda não se chegou a um consenso, havendo várias hipóteses, porque apenas dá pistas de como isto deve acontecer. Trata-se de um estudo muito interessante, porém à parte.

O que se pretende, portanto, com a tecnologia, é abrir o plasma para aproveitar seus CmP (do inglês, o termo “pmtics”). Os CmPs da ‘matéria’ plasmática e da ‘matéira escura’ do plasma são mais fracos, ou menos intensos do que os CmPs da antimatéria do plasma. É desejável, portanto, atingir e poder utilizar-se dos CmPs da antimatéria do plasma. Trata-se de outro estudo muito interessante, porém à parte e atrelado ao do “abrir o plasma”.

Segundo a imagem do hipercubo 4D, nós teorizamos – e isto é uma idéia legítimamente brasileira – que um elétron, que é o menor dos plasmas de matéria, contém 126 CmPs. Destes 126, uma distribuição equitativa (não exatamente igual) de CmP do elétron é dada à antimatéria, à matéria escura e a ‘matéria’ deste elétron-plasma.

Teorizamos também, baseado nas idéias de Pitágoras, o grande matemático, que a redução teosófica para o 9 rege a universalidade dos limites dos processos de construção de plasmas e pacotes plasmáticos. Observe a redução matemática dos algarismos dos números citados neste artigo, com exceção da contagem de plasmas, todas resultam em 9 (o número nove).

Como um plasma são três “bolotas” (pacotes de energia, ou quantum) grudadas uma na outra, COM UM ” FURO ” NO MEIO, e com alguns campos magnéticos e raios magnéticos soltos em volta dele, formando um tóro ou configuração toroidal (ver artigos mais antigos, para relembrar), então podemos deduzir por exemplo que haja uma proporção no elétron de 63 CmPs para a antimatéria, 27 CmPs para a matériia escura, e 36 CmPs para a ‘matéria’ plasmática que, quando muito espremida no espaço, tem densidade suficiente para ser vista, isto é, para fazer o elétron ser observado como partícula nos experimentos físicos.

Mas a distribuição dos CmPs no elétron poderia ser, proporcionalmente, alguma outra, como, por exemplo: 54 CmPs para a antimatéria, 45 CmPs para a ‘matéria’ plasmática, que possui magnetosfera, e 27 CmPs para a matéria escura, esta sem magnetosfera. Outras soluções são possíveis.

Também a valência pode alterar até mesmo a quantidade padrão de CmPs de um elétron, podendo agum “mais energizado” ter, por exemplo, um total de 135, ou 144, ou 153 CmPs. Tal princípio é válido também para os prótons de gases nobres que são super-energizados por alta tensão, ou aquilo que os cientistas ainda denominam de plasma, mas que não é plasma realmente.

Pois bem, se o todo do elétron possui, por hipótese, 126 CmPs, então quantos CmPs possuirá o próton do Hidrogênio?

Se, tal qual os cientistas russos afirmaram e mediram, o próton mede (ou tem massa de) 1836 vezes o tamanho/ massa do elétron, então temos, no próton, 231.336 CmPs, organizados em grupos de três pacotes plasmáticos, cada qual contendo uma proporção média de cerca de 77.122 (setenta e sete mil, cento e vinte e dois) CmPs, além, é claro, de uma boa quantidade de campos magnéticos livres e de raios magnéticos livres em volta destas três “bolotas” e seu “furo” central, com tais campos e raios soltos circulando em volta das três Matérias plasmáticas e formando um tóro, ou configuração toroidal, pois o próton, por ser um plasma, também é um tóro (ou tórus).

Estes campos magnéticos e raios magnéticos livres, circulantes em volta das três “bolotas” ou pacotes plasmáticos e seu “furo” central, são para alimentação e retroalimentação de qualquer dos três pacotes plasmáticos como um todo, ou então de alguns de seus CmPs internos, sempre que estes diminuirem sua intensidade que lhe é exigida para manterem-se em balanceado equilíbrio interno, e, consequentemente, a estabilidade de todo o plasma. Tais campos e raios existem, girando soltos em volta das bolotas (como um tóro) e ficam à disposição para serem agregados ou consumidos pelos pacotes plasmáticos internos ao plasma, sempre que estes precisarem.

Pois bem, e quanto ao átomo de hidrogênio, como um todo, se visto em termos de quantidades de CmPs, quantos seriam?

Em hipótese, como o hidrogênio simples possui apenas um próton e um elétron, sem nenhum nêutron, basta somar o número deles no próton e no elétron e encontramos um total médio de 231462 CmPs.

Se cada CmP é um pequeno pacote de energia, imagina então quanta energia possui um único átomo de hidrogênio.

Os mesmos cálculos, os mesmos arranjos, e as mesmas proporções servem também para todos os outros átomos, porém é preciso considerar que, fora o hidrogênio, todos os outros possuem nêutrons. Nada complicado, apenas Keshe ensina que o nêutron pode ser um plasma, mas também pode, em certas condições (não muito frequentes na natureza) de instabilidade geral deste plasma, de uma forma, desintegrar-se em pacotes radioativos, segundo a fórmula E=mc2, ou, de outra forma, e que é mais comum na natureza, dividir-se em (ou distribuir os seus CmPs em) dois novos plasmas, um com poucos CmPs, e outro com muitos CmPs. Surgem então novos prótons e novos elétrons acompanhantes destes prótons. Portanto, o nêutron pode comportar-se como plasma ou como plasma-mãe, com a diferença de que, potencialmente, o nêutron possui, por hipótese, 126 CmPs a mais do que o(s) próton(s) que o acompanha(m). Isto, porque, quando este nêutron algum dia tiver que se dividir, estes 126 CmPs extras se tornarão o elétron que rotacionará em sincronismo com o próton que, porventura, o nêutron então irá se tornar, deixando assim de ser nêutron.

Simples de entender, não é mesmo? Pois, fora os números e proporções, – que é uma idéia nossa e bem brasileira, portanto – tudo o mais é bem explicado no primeiro livro de Keshe, ” A Ordem universal de Criação das Matérias (plasmáticas) “, isto é, das três Matérias ou pacotes plasmáticos que contém cada plasma: antimatéria, matéria escura e ‘matéria’ plasmática a qual, por maior densificação, se pode ver como matéria física.

Agora vamos ver o número médio de CmPs de um átomo de ouro.

Sabemos que o átomo de ouro no estado sólido, não ionizado e portanto não derretido, transporta consigo 276 plasmas, sendo 158 (79 + 79) plasmas normais (pares próton-elétron) e 118 plasmas-mãe ou nêutrons. Por hipótese, cada nêutron contém 126 CmPs a mais do que o próton, pois é um plasma-mãe, podendo algum dia gerar um par próton-elétron e então deixar de existir como um nêutron.. As regras são as mesmas e, para não alongar muito, vamos direto ao pote de ouro: são no total 15.217.856 (mais de 15 milhões de) CmPs ou pequenos pacotes de energia apenas num único átomo de ouro !!!

Sendo que:
6.092.638 CmPs são dos prótons
9.954 CmPs são dos elétrons
9.115.264 CmPs são dos nêutrons

[Nota, reparem que alguns números não fecham uma redução teosófica 9, então são necessárias certas correções, que os próprios plasmas fazem quando são construídos…].

Portanto, um micro-sistema solar chamado de átomo de ouro traz consigo 276 plasmas e mais de quinze milhões de CmPs ou pequenos pacotes de energia.

A energia não é livre, ela está presa dentro dos átomos pela força forte ou força de Coulomb. O que Keshe apresenta são formas de liberar uma certa quantidade destes pequenos pacotes de energia para que, criando-se as condições certas, possamos utilizá-los para diversos fins, e depois voltar a reconstituir o átomo outra vez, senão com a mesma quantidade de CmPs de anteriormente, ao menos com uma quantidade proporcional, com 9. 18, 27, 36, 45, 54, 63, 72… CmPs a menos, de modo a que o átomo mantenha sua estabilidade.

É uma revolução em termos de energia, mas não é energia livre, é apenas energia utilizável, por meio de reatores.

3 comentários sobre “PLASMA, CAMPOS, ÁTOMOS E ENERGIA LIVRE

    • Sim, mas o que é um estado da matéria? Você devia considerar isto. Sólido, liquido e gasoso são os básicos. O qué é um plasma para a ciência atual? É gás elétricamente carregado. É o gasoso eletrificado. Mas quando você passa eletricidade pela água, ela é líquido elétricamente carregado. Tal como o plasma, se você corta a fonte de energia, ele deixa de ser carregado e volta a seu estado normal, líquido. E o plasma, cortando a energia, volta a ser gasoso. Sabemos que há a lava vulcânica, e ela é sólida e líquida ao mesmo tempo. Mas quando ela esfria, vira sólido. Então não é um novo estado da matéria, então o plasma também não deveria ser, certo? Mas e quanto ao mercúrio metálico. Ele é, ao natural, líquido e sólido ao mesmo tempo. Seria isto um novo estado da matéria? Ou não? Pense. kESHE afirma ter encontrado uma fórmula para transformar gases em sólidos (nano-partículas), mantendo suas propriedades como a espectrografia manda e determina que seja. Seria isto um novo estado da matéria? Ou não? Pense. Talvez haja muitos estados da matéria, talvez haja apenas três. Não é uma definição definitiva.

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