LIVRO DE 1955 PARTE 3

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matéria escura dark matter
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LIVRO DE 1955 – PARTE 3 – NAVEGAÇÃO POR ‘GRAPOS’, de Keshe, explicada de modo diferente.

Esta é a continuação do post anterior, encerrando as informações do livro sobre navegação interplanetária. Futuramente, as partes 4 e 5 serão publicadas e falarão sobre viagem na atmosfera.

Boa leitura !

GLOSSÁRIO:
Grapos = Posicionamentos Graviataiconais, entre Maggravs (Campos Magnéticos e Gravitacionais).

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O TEXTO:

P: Em face da velocidade assombrosa que estas naves desen­volvem, por que não se desintegram os materiais de que são compostas?

R: É por que, pelo domínio da lei de gravidade, aqueles fenômenos comuns, que surgem na passagem rápida da estática para a dinâmica, são completamente eliminados. Em vez de “impulsionadas” contra um campo de resistência “magnético-­gravitacional”, “descolando-se” de outra zona de influência, as espaçonaves seguem matematicamente a linha de força (trajetórias entre Maggravs) que elas mesmas criam e deslocam.

Elas mantêm-se em campo neutro mesmo deslocando-se em velocidades inconcebíveis aos cálculos mais ousados das vossas conjecturas. Na medida que elas avançam para os pólos positivos ou negativos, que têm em vista como objetivo magnético, diminui também a estática em proporções decrescentes.

Trata-se de uma compensação gradual de equilíbro (balanceamento) “físico-magnético’ onde a composição do material de que é feita a espaçonave ajuda também, pois seu elemento além de suportar tranquilamente 6000 graus sem nem iniciar derretimento, também é durante sua ocnstrução magnéticamente submetido a um tratamento específico especial, magnético, que lhe atua nas órbitas eletrônicas dos átomos das camadas periféricas e a deixa menos friccionável no campo físico e mais energética na área magnética.

Isso permite facil deslocamento para as mais altas velocidades e possui a faculdade de tornar-se tão intensamente radioativa e desintegradora, em torno de si, tanto quanto seja o aumento desta velocidade. Na medida que se processa a “fricção” no exterior, esse material especial poroso mas flexível e que reveste todo o corpo da nave, portanto, amplia a sua radioatividade e coesão molecular, eliminando assim a própria “fricção”. Assim é que o material amolda-se às pressões exteriores. E internamente, não há compressão.

P: O aumento da fricção no corpo externo dos “fusos voadores” irá aumentar as radiações que neutralizam a fricção. Bem, mas e quanto às pressões exteriores. Que diz?

R: Em torno da aeronave cria-se um campo magnético que aumenta em intensidade, – e também em radioatividade, como já foi dito – conforme sejam as velocidades. Este campo magnético interpenetra vigorosamente o exterior e atinge, por vezes, uma área correspondente a dez vezes o tamanho da nave, formando um invólucro de atmosfera magnética, desintegradora, em torno da aeronave.

Esse invólucro de atmosfera magnética radioativa atenua todos os atritos, pressões e quaisquer eventualidades como cinzas cósmicas ou poeiras siderais, assemelhando-se a uma couraça protetora que se dilata, comprime ou se expande, em redor da aeronave, eliminando qualquer influência exterior que se oponha ou obstrua o percurso do vôo.

P: Como atua esse “campo desintegrador” durante o vôo?

R: Quando a nave se projeta em alta velocidade, em seu redor se forma um tipo de “triângulo radioativo”, devido à compressão magnética da atmosfera (magnetosfera) exterior, lembrando aquele sulco de espuma d’água que a proa dos navios abre no dorso do navio quando navegando em alta velocidade pelo oceano.

P: E quanto aos meteoros e outros objetos no caminho do percurso?

R: Os pilotos, por meio da snsibilidade eletrônica de seus intrumentos de navegação, podem adiantar-se, detectando à distância a existência de meteoros, asteróides, fragmentos errantes e perigosos que se encontram na rota da viagem, e desviar-se deles.

P: Como funciona esta detecção externa por sensibilidade eletrônica?

R: Os “pólos etéricos” (etérico = plasmático) , tecnologia que ainda desconheceis, superativados nesse lençol radioativo externo à nave, identificam as diagonais de forças interplanetárias que incidem na posição da espaçonave em relação aos outros orbes e sistemas. Através das lentes de profundidade etérica, de um tipo de “televisão” especial (quântica), as imagens são apanhadas nitidamente a distância e sem deformações, e se projetam através de um campo cristalino.

O vosso problema de “televisão” ainda é no campo atmosférico da Terra, enquanto que para nossos cientistas está relacionado a questão “magnético-etérica” (magnético-plasmática), diretamente incidentes na área de coesão (entrelaçamento) entre os planetas, cujos “quantuns ondulatórios” admiravelmente comportam-se dentro das mesmas leis de atração e repulsão, dos “pólos etéricos”; lembram anéis de forças, criando sutilíssimos “campos de visão”, mas que são manipuláveis e captados à vontade pelos nossos cientistas.

P: Sobre esses violentos atritos ou pressões exteriores que referistes, podereis indicar algum que tenha constituído problema mais complexo para vocês solucionarem, nas suas viagens interplanetárias?

R: Há as “barreiras magnéticas”, uma espécie de “iceberg” de magnetismo, que se interpõe às velocidades altíssimas desenvolvidas pelas espaçonaves.

Além deste, há outro: Conforme as linhas de vibração magnética que se estendem do núcleo solar em relação com os movimentos que os planetas executam em suas órbitas, cria-se, por vezes, outro tipo de barreiras que, para vossa compreensão muito simples, apenas denominaremos de “cortinas magnéticas”.

P: E como vocês solucionaram esses dois problemas?

R: As soluções advieram assim que nos foi possível dominarmos integralmente a própria energia magnética. Ambos foram vencidos com profundas modificações processadas na intimidade quase “etérica” (plasmática) do material que forma a aeronave.

Mas as barreiras magnéticas, – estas formações mais volumosas, densas e resistentes deslocando-se no oceano infinito do Cosmos, – exigiram soluções mais complexas.

Em face da estrutura profundamente constritiva dessas massas imponderáveis, fez-se necessário compor e envolver as aeronaves com uma espécie de invólucro magnético penetrante e poderosamente desintegrador, operando na faixa vibratória daquela barreira, cuja ação precisa ser antecipada dez ou vinte vezes à velocidade da própria aeronave, configurando vigorosa aura magnética radioativa capaz de modificar, perfurar e mesmo abrir um sulco na “massa” desse “iceberg” magnético, produzindo algo parecido com um canal tubular de travessia, internamente ao “iceberg”.

Por esse tubo ou túnel aberto e antecipadamente cavado pelo invólucro protetor da nave, esta se projeta para dentro dele em indescritível velocidade, inconcebível aos vossos padrões. O campo de força externamente radioativo, que constitui o invólucro e que penetra todos os campos eletrônicos externos da espaçonave, é de uma substância (plasmática) mais ativa do que o teor normal do “iceberg” e pode-se moldar em constante adaptação, afunilando-se ou espalmando-se, conforme as reações magnéticas encontradas na trajetória pelo túnel, em correlação direta com a substância (plasmática) de alimentação energética da própria aeronave.

P: Os efeitos desta radioatividade externa não chegam a afetar a tripulação?

R: Não. Graças à esta proteção obtida por essa área magnética externa, os tripulantes usufruem a temperatura e a pressão que melhor lhes convier no interior da aeronave (gravidade e condições ambientais igual à do planeta de origem). A aeronave assemelha-se a uma caixa de metal, voando no centro de uma nuvem radioativa, com o clima e pressão interna totalmente independente dos elementos externos, e sem ser afetada por esta radioatividade.

P: Os tripulantes tem de usar uniformes pressurizados, tal como os nossos astronautas, ou viajam desprotegidos de trajes espaciais?

R: Para viajarem dentro do seu meio de proteção (campo magnetosférico da nave), usam vestuário normal.. Só às vezes precisam de uniforme especial para se proteger contra o clima ou pressões diversas encontradas nos planetas que visitam, mas isto é já dentro das atomsferas dos planetas.

P: E como funciona quando dentro de uma atmosfera planetária?

R: A área radioativa (zona limíte da magnetosfera) aumenta ou diminui conforme a velocidade, como já dizemos. Sua função principal é isolar o exterior, e também os tripulantes em relação ao exterior, durante os vôos. Dentro de uma atmosfera, devido a baixa velocidade, a radioatividade diminui bastante, mas a área magnética permanece ativa, para proteger as naves em atmosferas estranhas, onde se ignora o conteúdo energético ou às substâncias perigosas à integridade do material de que a nave é construída.

……………….. F I M ……………………..
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Fonte: A VIDA NO PLANETA ARTE por Hercilio Maes,
Edição de 1955.

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1 comentário sobre “LIVRO DE 1955 PARTE 3

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