LIVRO DE 1955 PARTE 2

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Grapos
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A NAVEGAÇÃO POR ‘GRAPOS’, DE KESHE, EXPLICADA DE MODO DIFERENTE
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GLOSSÁRIO:
Grapos = Posicionamentos GravitacIonais, entre Maggravs (Campos Magnéticos e Gravitacionais).
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O TEXTO:

R: As grandes aeronaves interplanetárias de longo percurso tem o formato de uma barra roscada ou fuso de esferas. São chamados de “fusos voadores”, e medem 500 metros de extensão por 30 de diâmetro, parecendo gigantescos charutos. Podem transportar internamente aeronaves menores em formato de pratos sobrepostos (discos-voadores), as quais nos serverm para navegações dentro das atmosferas planetárias. Embora as tecnologias sejam diferentes, ambas aproveitam-se da força magnética para seus movimentos.

Estes “fusos voadores” possuem tanques (reatores de Keshe?) com energia concentrada (os “Matmags, de Keshe?), que alimentam geradores, os quais desempenham a mesma função dos acumuladores que utilizais em alguns dos vossos veículos.

P: Como atingiram isto?

R: Todos os problemas e complexidades foram devidamente resolvidos após o domínio da lei da gravidade. Os “fusos voadores” expelem (direcionam para fora) jatos (campos) magnéticos-etéricos (plasmáticos) os quais lhe proporcionam impulsos aceleradores de altíssima velocidade no vácuo.

P: E qual foi o mais complicado problema para os seus cientistas conseguirem esse modo de propulsão aérea?

R: Foi o de controle da força magnética. Mas eles alcançaram isto rapidamente, pois o fizeram sem a aflição de pressões econômicas e de objetivos belicosos, que são comuns no vosso mundo.

Atualmente (1955), nossos cientistas estão a estudar o controle gradual da atração dos demais planetas. Conhecendo grande parte das oscilações cósmicas que fazem os sistemas planetários balouçarem-se no espaço, esses cientistas já conseguiram medir (no Espaço sideral) as linhas de força de inúmeros sistemas que cruzam a área de influência de nosso planeta de origem. E já comentam, então, futuras viagens interplanetárias, simplesmente à base de controle das atrações planetárias de outros planetas (por Maggravs ou viagem por Grapos).

P: O vôo interplanetário é supervisionado pelos tripulantes, os quais revezam-se nos seus vários controles, tal como ocorre nos nossos aviões terrestres?

R: O aparelhamento no interior para o controle de direção de vôo é simplíssimo e difere imensamente dos de vossos aviões e de toda a parafernália de instrumentos que apresentam. Nossas aeronaves possuem um sistema de “tricontrole”, o qual cuida de regular automáticamente as fases negativas, positivas e neutras da gravidade, em consonância com as zonas de atração ou influência magnética, do percurso em que estão viajando. Esse “tricontrole” ajusta rapidamente todas as ações de densidade gravitacional, na medida que as naves se aproximam ou se afastam de determinados campos de ação planetária.

Como a ação dessa gravidade se exerce “esfericamente”, em linhas de forças magnéticas que atuam concentricamente em todos os corpos, o ajuste automático feito pelo “tricontrole” atende à perfeita distribuição da energia gravitacional em redor de toda a aeronave. Poder-se-ia dizer que a nave interplanetária perde o seu “peso”, em virtude da genial distribuição, em torno dos seus campos eletrônicos, das linhas de pressão.

A velocidade e direção são obtidas através do princípio singelo de física na lei da atração ou repulsão dos pólos magnéticos, em relação à densidade e à fase do campo gravitacional (Maggrav) produzido pela própria aeronave. Saibam, vocês, que as vossas atuais aeronaves apresentam instrumentação exageradamente complexa. Quando atenderdes à simplicidade das leis que governam os movimentos planetários do espaço cósmico, compreendereis então que tal complexidade que vocês atualmente entendem necessária aos seus vôos aéreos e espaciais na verdade lhes tornou mais difícil ou complicou ainda mais a solução de certos problemas de navegação no espaço.

P: Quando um fuso voador parte de seu planeta de origem em direção à Terra, seus pilotos necessitam de prever o deslocamento do nosso planeta em torno do Sol, a fim de não estar muito longe ou sair fora de sua zona de atração?

R: Não, por que a espaçonave em seu vôo está submetida à “linha de força magnética” que liga os dois planetas, e isto garante que atinja todas as vezes o seu alvo. Tal deslocamento dirigido Não está dependente de um piloto, como acontece com os vossos aviões e aeronaves. O seu destino, neste caso, é a Terra e o seu percurso está subordinado à linha de atração do campo magnético da Terra, na diferenciação da lei de gravidade, por cujo motivo não há desvios, nem carece de uma partida prematura para coincidir exatamente com a aproximação menor entre os planetas.

P: Para os cientistas terrestres, o problema mais complicado de se atingir outros planetas refere-se à travessia através do vácuo do Espaço.

R: Isto Não é problema para nós, pois nossas naves operam num campo magnético, cuja vibração exclui a interferência de quaisquer outros fenômenos físicos. Para as vossas aeronaves o problema do “vácuo” é de ordem mais física, mais material, pois necessitais de “impulsos” de alta potência, na queima de materiais, para ganhardes a velocidade capaz de lançar-vos além da atmosfera e depois deslocar-se no vácuo.

Para nós o problema circunscreve-se principalmente ao campo magnético. O vácuo Não é problema para nossas espaçonaves, que atravessam a zona de vácuo “atraídas” pelos campos de gravidade dos outros planetas, onde o magnetismo planetário (Maggrav) e a energia vibrátil no “éter-cósmico” (Matérias plasmáticas uados como combustível), são os fatores básicos da propulsão.

Nossos cientistas sempre procuram, com lógica e sensatez, descobrir a qualidade que vibra e palpita na intensidade de cada fenômeno da Criação. Entre elas, estão as operações que se realizam sob a lei RIGOROSA que controla as reações do pólo positivo (SAÍDA) e do pólo negativo (ENTRADA). No vácuo, o magnetismo cósmico é lei e força em vibração constante, e é este magnetismo energético que nossas naves interplanetárias dominam completamente.

A ciência terrena, por assim dizer, atua mais à superfície: “de fora para dentro”, enquanto que os nossos cientistas operam de um modo positivo e seguro, “de dentro para fora”, na intimidade do “éter-cósmico” (plasmático-gravitacional), pois este é um veículo amplo e sem distorções. Sobre esse campo sutilíssimo, ainda não detectado pelos aparelhos terrestres, processam-se todos os fenômenos da vida, nos mundos de formas.

A nave interplanetária, o “fuso voador”, vibra, ela mesma, num “magnetismo” que pode variar entre mais denso ou menos denso, em correspondência com os campos (maggrav e linhas de força) exteriores naturais. O seu próprio campo de gravidade (o maggrav da nave) é que regula a sua velocidade. O teor “artifi­cial”, que compõe a magnetosfera em redor da nave, é um “quantum” “em equilíbrio” (balanceado) com o “quantum” livre presente no espaço. Há (alcança-se, por parte da nave,) perfeita imobilidade (devido a tal balanceamento).

Qualquer alteração diferencial que se produza, que seja de ação positiva ou negativa (magnéticas), fará que a nave se desloque automáticmaente, naturalmente, sempre atraída para a área magnética (Maggrav) que for a mais poderosa.

P: Pode esclarecer-nos melhor quanto a esse movimento de atração para uma “área magnética mais poderosa”?

R: A espaçonave firma-se nos campos magnéticos planetários, para formar as suas reações gravitacionais; quando deseja a imobilidade, o seu campo próprio de gravidade (da nave) é sempre em equilíbrio com a massa magnética (Maggrav) exterior; e é contrário assim que se move para “fora” ou para “dentro” da zona magnética dos planetas.

Considerando a Terra como sendo uma área magnética negativa, desde que o centro de gravidade (da nave) seja positivo, ela tende a descer, sob a lei dos pólos contrários que se atraem. Entretanto, é suficiente mudar a massa ou pressão gravitacional interna, para que a mesma fase negativa, terráquea, se imponha e a nave seja repelida, na lei de que os pólos semelhantes se repelem.

A velocidade e a capacidade do vôo, conseqüentemente, ficam circunscritas às diferenciais dos campos de gravidade entre a espaçonave e as massas exteriores por onde trafega.

P: E supondo que a Terra é um pólo positivo, em vez de negativo?

R: O fenômeno é inverso, e neste caso a gravidade própria da nave deve ser negativa, para esta ser atraída à Terra e positiva para esta ser repelida.

( C O N T I N U A )

1 comentário sobre “LIVRO DE 1955 PARTE 2

  1. Diante da possibilidade tecnológica tão espetacular emergente e neste momento que muitos procuram por conta própria,onde eu me incluo , obter novos meios de suprir suas necessidades de energia limpa parece que surge uma LUZ no horizonte.Mesmo tendo pouco conhecimento de eletrônica ,química e física por quarenta anos pesquiso tudo relacionado ao desenvolvimento de tecnologias que não interessa aos nossos governantes porque vai contra seus interesses,mas não podemos desistir do que é do interesse da humanidade e não de uma minoria seleta.Não podemos permitir que nossos governantes decidam por conta própria, a omissão de algo tão importante e fundamental, com expressão a nível mundial, sobre as transformações tão importantes e revolucionárias, que são a tecnologia Keshe.Espero que um dia nós brasileiros possamos ter a oportunidade de ter acesso a esta tecnologia para estudar fabricar e passar adiante os conhecimentos adquiridos.Parabéns a Fundação Keshe e a todos que contribuem para ajudar nos desenvolvimentos tecnológicos de Keshe.

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