Inventada célula recarregadora de baterias

Inventada célula recarregadora de baterias

A invenção de Alekz Egbaran, um buscador de conhecimento da Fundação Keshe, tem dado o que falar nos círculos de pesquisadores.
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Consistindo de uma dupla de pastilhas montadas cada qual como um sanduíche de metais, GaNS de CO2, dióxido de titânio e fios nano-revestidos pelo método da Fundação keshe, esta célula que visualmente se parece com dois bastonetes minúsculos ligados por fios, ao ser ligada a um telefone celular, se mostrou capaz de recarregar sua bateria em modo stand-by, por vários dias sem decrescer a voltagem da bateria. Ela faz o mesmo com uma pilha de 1,5 V, porém o celular só funciona com pelo menos 3,7 volts . O próximo teste será colocar três ou quatro destas células em série e ligá-las à bateria do celular e utilizar o aparelho com recursos que consomem carga como jogos, conversação, tocar MP3 e ver televisão. Os pesquisadores estão entusiasmados e entendem que isto será possível, devido ao potencial de se adaptar que tem as células de GaNS, captando dos campos magnéticos em redor a amperagem necessária para devolvê-la à bateria em que for conectada aqiuele número de células adequado a cada tipo de bateria.
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O Sr. Keshe considera que os buscadores de conhecimento, com a nova abordagem em camadas dos nano materiais e de GaNS (Gás em estado sólido nano) agora já assimilada pelos estudantes – embora ele venha falando e repetindo isto desde 2013 na maioria dos workshops e até mesmo nas suas patentes de reator, só agora os buscadores de conhecimento produziram resultados concretos com este padrão de “sanduíche” tão utilizado pela ciência desde que se inventou o microchip de computador.
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E a invenção tem um potencial incrível. Colocando-se 30 destas células de duplos bastonetes (veja foto) em série será possível carregar um bateria de automóvel sem ligá-lo num carregador de baterias, portanto sem gastar a energia da rede. Colocando-se em série talvez 100 destas células será possível carregar uma bateria de caminhão da mesma maneira. E com um detalhe: as células irão abastecer a energia de corrente contínua da bateria na medida que esta for sendo gasta, não depois que a bateria se descarregou. Teríamos aí a semente de uma bateria eterna, sem limite de amperagem? O futuro dirá. As pesquisas e experimentos recém avançaram seus primeiros passos, e muito desenvolvimento vem pela frente, e no que depender do entusiasmo dos buscadores de conhecimento internacionais, especialmente aqueles que já estudam na Faculdade Espaçonave da Fundação Keshe, na Itália, ainda este ano teremos mais avanços que surpreenderão a todos.
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Seguindo o código de ética (Ethos) da Fundação Keshe, esta invenção não poderá ser patenteada, e vídeos de várias horas e arquivos públicos existem para provar oficialmente a origem desta invenção.
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Parabéns, sr. Mehran Keshe, por se manter vivo para nos ensinar como mudar o mundo.

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