ENTREVISTA COM COLABORADOR

ENTREVISTA COM COLABORADOR

Nesta entrevista, Rogério dos Santos fala sobre Keshe, as prioridades brasileiras, as prioridades da Fundação Keshe, sua Tecnologia e sua expansão mundial. Perguntas como: Quando acha que veremos as demonstrações? e Quando acha que surgirá um (reator) que seja realmente funcional? também são respondidas. Vale a pena ler na íntegra a entrevista.

FKIP: Qual sua colaboração para a Fundação atualmente?

R: Tenho assumido a gerência da FanPage brasileira no Facebook desde junho do ano passado. Os então gerentes e inauguradores da FanPage, Deo Sanatur e Teresa Falcão, me entregaram a responsabilidade de manter a página e informar os leitores em português, e parecem estar muito satisfeitos, inclusive me dando umas “férias” em fevereiro deste ano, quando a FanPage ficou sem nenhuma postagem. Agora retornamos o trabalho voluntário, para mais um ano de interação com os leitores e temos muito a informar e divulgar.

Também tenho traduzido muitos vídeos para o português. Pelo final do ano passado, o colega “Deo” apresentou-me uma idéia original que teve, de montar um website com o espelho das postagens do Facebook, e entregou-me a responsabilidade de atualizá-lo, o que fiz com prazer levando um mês de trabalho, mais ou menos, para completá-lo. Hoje atualizamos o site logo em seguida às publicações do Facebook para não deixar acumular tanto. No começo deste ano tentamos iniciar um trabalho de arrecadação que, no final, reverteria em doações diretas para a Fundação européia, porém com um objetivo bem definido de levar algum brasileiro para lá, para estudar no novo Instituto.

Tudo o que eu posso fazer, em português, pela Fundação Keshe, tenho feito de livre e espontânea vontade. Meu alvo é o público brasileiro, principalmente, mas os portugueses europeus também estão incluidos, pois falamos o mesmo idioma.

FKIP: Este projeto de arrecadação não deu certo?

R: Pois é, a página de acesso foi tirada do ar. Ela ainda existe, mas está ocultada dos leitores. Fizemos isto porque mantê-la “no ar” estava sendo motivo de riso e de gozação por parte dos sites internacionais de crítica à Keshe (sim, existem estes sites, caso vocês não o saibam), onde o caso do projeto de arrecadação já estava sendo tratado como sendo a “vergonha brasileira”.

FKIP: Porquê?

R: É porque em dezembro umas duas dezenas de brasileiros deram seu aval para o projeto, tornando público sua declaração de intenções para participarem financeiramente guardando dinheiro para projeto futuro, mas depois deram todos para trás, exigindo primeiro “provas” da parte de Keshe. Enquanto isto, lá fora, tais sites de críticos chegavam a dizer que o valor mensal da contribuição de cada brasileiro seria tão irrisório (9 Euros, para eles) que seria mais uma gorjeta dada para a Fundação do que propriamente uma doação útil. Diante disto, acho que vocês podem entender porque tiramos a página do ar, pois, se um valor assim tão baixo – que nem sequer “sairia” do bolso dos contribuintes antes que o momento certo chegasse – “eles” não puderam guardar mensalmente, pela sua própria iniciativa, então, melhor encerrar o projeto e deixar que os impostos e as taxas de juros dos bancos tirem isto deles de qualquer maneira. Mas algum dia poderei reativá-lo novamente, caso haja nova declaração de intenções por parte de muita gente. Quem quiser saber mais, que leia o artigo publicado em 2 de janeiro, e os artigos do mês de dezembro..

Outra coisa que queria dizer é que no mês de dezembro eu fiquei realmente supreso com declarações de Keshe falando, numa entrevista sobre o Instituto para a Peswiki, que o Brasil, na sua opinião (opinião de Keshe), é muito ativo em conduzir estas pesquisas… e muto ativo nesta pesquisa de tecnologia avançada. Imagino que Keshe deve estar acompanhando nossa FanPage e os vários artigos técnicos publicados, visto que não temos informações de qualquer cientista brasileiro a pesquisar a Tecnologia. Mas, mesmo nós estando com toda esta “bola cheia” para com Keshe, neste ano ficamos com “bola mucha” por não enviar ninguém, ou preparar este envio, a partir do Brasil para o Instituto Espacial, que já começou suas aulas para 20 ou mais estudantes internacionais. Como consequência, ficamos sem o conhecimento, infelizmente, escolhendo com isto o atraso tecnológico. Bela escolha, não?

FKIP: Atrelado ao projeto havia também uma forma de contribuir financeiramente aos trabalhos de prioridade brasileira. Você tirou isso do ar também?

R: Eu tirei. Era a modalidade 2 do projeto. As pessoas poderiam contribuir para a expansão da sabedoria de Keshe no Brasil. Sempre há coisas importantes que poderiam ser feitas, se houvesse patrocinadores alavancando os trabalhos. Transcrições pagas da fala para a escrita inglesa ajudariam muito nas traduções, especialmente dos workshops. Aliás, estas são a única forma de traduzir Keshe, pois entender seus conceitos exige, entre outras coisas, uma perícia no inglês que muito brasileiro não possui. Lá fora, profissionais gastam uma média de 5 horas para transcrever cada 15 minutos de vídeo.

Além disso, expandir o número de leitores do Facebook no Brasil também tem sido uma oferta constante da parte do Facebook, onde eles trabalham para a gente, aumentando a divulgação de artigos específocos publicados na FanPage, mas tudo isto só pode ser feito mediante pagamento, que varia de 60 a 120 Reais por semana e por artigo.

Há outras prioridades também. Tudo isto envolve custo. Entretanto, resolvemos tirar também esta opção do ar, já que a oferecemos aos leitores por 30 dias e ninguém abriu o bolso para ajudar, então esta modalidade 2 está fora do ar também, por equanto.

FKIP: Você necessita pagamento para representar a Fundação no Brasil?

R: Não, é um trabalho voluntário que eu faço. Tão voluntário quanto aqueles que cuidam de crianças nos orfanatos, ou de velhos nos asilos, nos fins-de-semana. Não preciso desta renda, porque tenho outras formas de me manter. Tudo que faço é de livre e espontânea vontade, e faria mais se tivesse um saldo extra destinado às atividades acima descritas. Então, se alguém se sensibilizar e quiser ajudar financeiramente na expansão dos trabalhos, mande e-mail para mim (ver no final da entrevista), que instruo como deve proceder para enviar os recursos.

FKIP: Qual a prioridade para este ano?

R: É fazer o que já temos feito, manter o que temos construído. A meta principal é transformar nossa FanPage numa página com mais curtidas do que a página oficial espanhola, a qual já possui mais de quatro mil assinantes/ curtidas.

FKIP: Alguma chance de contato pessoal com a Fundação ou sua equipe?

R: Sempre há, mas isso exige também dinheiro, principalmente para viagens. Recentemente, uma das pessoas que está engajada com a Fundação como aprendiz na área de saúde esteve por alguns dias de passagem aqui pelo Brasil, em São Paulo, fazendo palestras técnicas em sua área, e eu, mesmo sabendo disto, não pude ir recepcioná-la porque moro no Rio Grande do Sul, região de Porto Alegre, e não há sobra financeira para passagens de avião, ou estadias pagas em hotéis. Este tipo de coisa está sempre acontecendo, e geralmente ficamos de fora. Quando Keshe visitar o Brasil, se isso um dia acontecer, não sei como vai ser. Espero não estar excluído da equipe anfitriã que o receberá, e que haja uma verba para minhas despesas pessoais. E quanto a uma “delegação brasileira” indo para Itália visitar Keshe pessoalmente? Isto seria ótimo, mas imagina o custo desta pequena aventura… O meu trabalho (não o voluntário, mas o secular) só dá para o meu sustento diário, então deixo em aberto outras possibilidades de expansão, como se esperasse por algum tipo de milagre.

FKIP: Você é mesmo apaixonado por Keshe, não é mesmo?

R: Eu admiro sua sabedoria. Não idolatro ele, nem o vejo como um salvador ou coisa assim. Enquanto têm aqueles que esperam tudo dele, têem também gente negativa que chega a ver Keshe até como o anticristo, ou como algum representante do mal tentando enganar o povo. Sinto pena destes ignorantes. Keshe é apenas alguém que descobriu como ocorre a criação material em todos os níveis tendo sua origem nos plasmas, enfim, como as coisas realmente funcionam no universo. Sua sabedoria é incrível, seu conhecimento é avançadíssimo e só necessita mais demosntração tecnológica, e frentes de aplicação. Keshe não é uma pessoa especial pois no dia-após dia ele é uma pessoa comum como eu ou você. A sua sabedoria é que é A PONTE.

Considero Keshe mais como um cosmólogo especialista em plasma, e também como um alquimista, devido à sua criação do GaNs, do que propriamente um engenheiro prático. Ele é mais um descobridor, que tem muito a ensinar e algumas coisas ainda por descobrir. Ele sempre diz que só o que desejaria fazer é Ensinar (o mundo inteiro, de preferência) e Continuar Pesquisando e Descobrindo Mais e Mais a partir de sua tecnologia. É isto que eu admiro nele. Todo o resto é consequência. Ele não quer mudar o mundo, como alguns pensam que gostaria (de fazer), mas apenas cumprir sua missão que é de mudar a mentalidade científica do mundo. Tudo que está errado na atual ciência, ele diz diretamente, usando palavras fortes como “nonsense”, “is finish” ou “rubbish”. Ele quer também poder ele mesmo viajar para o Espaço mediante sua tecnologia, e fazê-lo muitas vezes e não apenas uma vez como ele disse que já aconteceu e cujos filmes mostrará ao público algum dia.

Eu vejo Keshe mais ou menos como se ele fosse um habitante do futuro que viajou de volta para o passado a fim de poder ensinar a maneira certa de entender todas as coisas, especialmente na área de cosmologia. Os reatores que ele faz são apenas tentativas humanas de copiar aquilo que já existe, no planeta Terra, no sistema solar, no universo, as forças envolvidas no jogo; as possibilidades da sua tecnologia poder replicar estes processos naturais através dos reatores, etc. Admiro a mente que possui Keshe e eu sou-lhe agradecido porque ele abriu seu conhecimento para todos explicando a teoria de base e relatando quais são os “nonsense” da ciência atual e os “primeiros princípios” da nova ciência de plasma. Keshe tem sido um ótimo professor para mim, muito obrigado..

FKIP: Quando acha que veremos as demonstrações?

R: As pessoas me perguntam isto, cobram-me até. Eu Não sou a Fundação, nem tampouco tenho força de decisão alguma lá dentro. Nem sequer conheço pessoalmente os envolvidos. Mas eu tento entender os seus motivos, principalmente para não liberarem as demonstrações com facilidade. Eles Não são uma fraude, Não são 71, e eles sequer precisam do Seu dinheiro. Para vocês terem uma idéia, dos 25 estudantes que já começaram a estudar no Instituto este ano, 20 deles vão pagar o valor total e completo da taxa anual, e só a partir desta fonte a Fundação vai arrecadar 400 mil Euros, e isto só este ano. Eles não precisam fazer nada para “enganar” ou “desviar dinheiro do Seu bolso”, porque eles têm suas formas de subsistência muito bem definidas. Mas se você fizer doações espontâneas direto pelo site da Fundação, você estará ajudando a alavancar os vários projetos que a Fundação tem, então fica a seu critério doar ou não, espontâneamente.

E a razão pela qual não liberam demonstrações práticas é porque eles não têm a mínima pressa disso. Outras prioridades são mais importantes para eles, como “aumentar a consciência das pessoas” para as verdadeiras formas de criação; garantir que sua tecnologia avançada só será usada para a construção da paz e não para a destruição mútua; vencer as resistências e perseguições governamentais tão comuns aos inventores de novas formas de energia, e ainda manter Keshe vivo. Eles não querem “aparecer”, eles querem é trazer transformações reais para o mundo, e isto tem de ser gradativo, tem de ser lentamente, na base do conta-gotas, porque se não for desta forma, certamente seriam bloqueados, barrados, de muitas maneiras, mais do que já foram antes no passado recente, na Bélgica..

E, além do mais, dizer que a tecnologia é principalmente para aplicações no Espaço sideral – que é o que eles sempre dizem e continuarão dizendo – não é nenhuma desculpa “para boi dormir”. Não, não mesmo! Porque este é o verdadeiro objetivo e a grande prioridade da Fundação Keshe. Sorte de quem puder assimilar a tecnologia e conseguir aplicá-la no planeta, porque, se depender deles, eles só vão investir em soluções verdadeiras para a melhoria de vida do povo quando houver uma necessidade prioritária real e urgente no mundo, algo como um tipo de situação caótica, onde a tecnologia venha realmente para ajudar e não para suplantar outras tecnologias já bem constituídas.

Mas eles vão liberando mais e mais conhecimento, e os que puderem assimilá-lo vão poder construir sistemas úteis no dia-a-dia e compartilhar isso com outros, então podemos ter avanço terrestre da tecnologia, mas a partir dos estudantes, não tanto a partir de Keshe, pois suas prioridades não são estas, como já expliquei. Sua tecnologia é a Verdadeira tecnologia, mas, como todos nós sabemos, a tecnologia Keshe não é a prioridade do mundo, nunca foi e nunca será, nem do mundo e nem da mídia. Os avanços serão “espaciais” e não “terrestres”, a não ser que os próprios cidadãos decidam por si próprios tomá-la por prioridade, assimilá-la corretamente e implantá-la nas comunidades, por sua própria iniciativa. As pessoas não entendem isto, e por isso é que são rápidas para criticar. Azar delas, pois quem critica não está a aprender coisa alguma durante o processo. Os que estão procurando aprender os conceitos e a construção de sistemas dentro da Tecnologia não criticam..

FKIP: E das equipes que têm tentado fazer reatores, quando você acha que surgirá um (reator) que seja realmente funcional?

R: Eu já respondi isto no meu artigo “Uma invenção Cem Anos à Frente do nosso Tempo”. Pode até parecer meio profético (pois escrevi isto em fevereiro de 2013), mas entendo que é assim que acontecerá. Vou repetir aqui o que escrevi: Até 2014 só Keshe e alguns da Força Aérea iranianos é que sabem fazer reatores que funcionam. Em 2015, talvez lá pelo final do ano, uma única outra pessoa física, em todo o planeta. finalmente entenderá o conceito completo e fará um reator que funciona. Passam-se alguns anos e, de tanto esta pessoa explicar para os outros, isto será lentamente replicado por outros interessados e até 2018-2020, alguns destes outros entusiastas também terão construído seus próprios reatores que funcionam.

Notem bem que eu estou falando aqui é de reatores completos, capazes até mesmo de Elevação. Não estou falando aqui daquele reator de energia elétrica pré-encomendado, pois talvez a Fundação, por força de obrigação contratual, forneça antes disso uma centena de reatores destes para uso doméstico, para desencargo de consciência, mas estes reatores serão especiais porque não permitirão a engenharia reversa deles. Também não estou falando aqui de reatores construídos pessoalmente pelas próprias mãos de Keshe, visando dar seu passeio pela Lua, mas sim de resultados particulares a partir de estudiosos e experimentadores pelo mundo afora.

Uma dezena ou mais de anos se passará e isto se expandirá ainda mais. Nesse meio tempo serão centenas, talvez milhares de reatores produzidos em todas as partes do mundo, e então, lá por 2027-2035, será a vez dos cientistas que começarão a aceitar a tecnologia, meio que obrigados, devido a ver por todos os lados a sua aplicação prática já tão difundida entre pessoas comuns. Mas com o aval científico sendo dado para esta nova forma de manipulação de plasma, muitas indústrias então se interessarão em fabricar estes reatores, e sempre para usos benéficos, nunca para a destruição mútua. Então, em 2050 eles serão tão comuns e espalhados por toda a sociedade, e em 2070 até mesmo as crianças, desde tenra idade, já começarão a aprender e saber como construi-los e as demais formas de usá-los para todo tipo de situação positiva e não-destrutiva.

Mas não duvidem: Keshe vai tentar acelerar muto estes prazos, e talvez tudo aconteça muito mais rapidamente – bem mais rápido do que duas gerações, bem mais rápido do que esperamos ou que as minhas projeções antevêem. Espero que ele consiga.

FKIP: Pelo visto, você realmente acredita na tecnologia. Por acaso, você não estaria perdendo o seu tempo e, estando “redondamente enganado”, assim estaria indiretamente ajudando a enganar os outros?

R: Posso falar apenas por mim mesmo. Eu tenho acesso a 11 artigos científcos de Keshe, seu livro, suas patentes, e todas as suas postagens no Fórum desde 2009, e venho contantemente acompanhando os movimentos pelo Fórum, além de tentar entender diversas entrevistas dadas em vídeo, já transcritas ou que estão ainda sem transcrição. Tem muita coisa que eu sei e não publico ! Se tem alguém que entende um pouco da tecnologia e seu funcionamento, aqui no Brasil, este alguém sou eu, não para me gabar, mas porque compreendo, porque vejo como poderia funcionar, e vejo no futuro as aplicações práticas que surgirão. Se eu encontrar mais brasileiros e portugueses com esta mentalidade, quero reunir um grupo de “cabeças pensantes” da tecnologia, certamente para não ficar falando abobrinhas mas para ir além do possível e do imaginado.

É difícil? Sim, é, pois envolve campos magnéticos, mas como campos magnéticos só ímãs e materiais que se comportam como ímãs é que têm, temos que compreender os campos maggrav que todo material, molécula, elemento químico ou átomo tem, e são poucos que conseguem assimilar este conceito de maggravs para qualquer matéria e para plasmas também. Além disso, envolve estados sólidos de gás, envolve interações de umas camadas de isolantes com outras de supercondutores, envolve ionizações de gases, cintilação na faixa máxima do Utra Violeta, etc. Não é uma ciência simples. Plasma não é um gasinho iluminado por alta tensão elétrica que dá um efeito bonito para os olhos. Plasma é, na verdade, toda uma ciência Nova que ainda está em fase de descobertas, e apenas engatinhando seus primierios princípios e passos na ciência. A compreensão vinda dos ensinos de Keshe é que é simples, quando se tem a mente aberta para entendimento. Entretanto, quando isto entra no terreno prático, deixa muito a desejar, devido à grande quantidade de conhecimento técnico que isto exige do experimentador, o qual procurei citar alguns, acima.

Também tem a questão dos custos experimentais. Fazer vácuo profundo e máximo, e seu monitoramento, exige duas bombas turbo-moleculares ligadas em série, e outros equipamentos numa lista de equipamentos na faixa de 16-20 mil reais, então não é para qualquer um. Até mesmo alguém d5 classe média teria de vender um carro bom para poder custear o custo destes equipamentos e peças. Quando indústrias fizerem este trabalho, certamente será tudo mais fácil para o público, e quando estas fabricarem reatores, quando isto ocorrer, eles custarão de 300 a mil Reais, dependendo da aplicação a que se destina. Mas não é o caso agora, neste momento. Na fase em que está agora, qualquer ciência em seus estágios iniciais requer que aqueles que nela acreditam ofereçam a capacidade e os equipamentos e os laboratórios científicos necessários para seu devido avanço, para os testes e as repetições de processos e sua devida catalogação de procedimentos. E isto ainda temos visto surgir muito pouco no mundo, e ainda nada em termos de Brasil.

FKIP: Existe a possibilidade de que empresas comecem a fabricar estes reatores em breve?

R: Possibilidade sempre existe, e caso se decidam devem tratar direto com a Fundação, que tem o know-how e a experiência prática. Mas tenho minhas dúvidas se isto ocorrerá nesta década, já que por força do dinheiro todas querem ter previsão de margem de lucro desde antes de começar a investir no projeto, e todos os contratos com a Fundação sempre reforçarão o repasse a baixo preço para o consumidor final, geração de muitos empregos, doação de metade da produção aos que não podem pagar pelos reatores, etc, ao invés do lucro propriamente dito que é o que as empresas desejam acima de tudo, então a grande maioria dos gananciosos fica de fora de tais empreendimentos. Ainda bem. A única excessão seria se algumas empresas do tipo “californianas” que antevém possibilidades de negócios futuros e investem a fundo perdido, porém tal tipo de investidores por enquanto não parecem estar interessados nesta tecnologia até o presente momento.

Esta tecnologia é muito recente, está muito em seus estágios iniciais ainda. Com exceção da Força Aérea do Irã, não surgiram ainda empresários ou governos que querem vê-la amadurecer. Keshe diz que há três governos investindo no GaNs, mas não revela quais são os países. Mas o convite é sempre feito para que governos e empresários reconsiderem e assumam investir na Tecnologia. Aqui no Brasil, eu gostaria que acontecesse, tenho esperança que aconteça.

FKIP: Dê um exemplo de algo que Keshe disse que, se fosse compreendido, poderia mudar tudo…

R: Vou me extender um pouco mais e dar dois exempos. O primeiro é as camadas e intercamadas dos núcleos dos reatores, e como elas se amontoam enquanto interagem, bem como também o dinamismo dos seus campos. Na entrevista de 1 hora e 50 minutos, de setembro de 2011, quase na parte final da entrevista, como bom cosmólogo que é, Keshe fala sobre Vênus, citando também Urano e os anéis de Saturno. Vênus gira ao contrário dos ponteiros do relógio, se comparado aos outros planetas do sistema solar. Enquanto os cosmólogos mais famosos explicam este fenômeno dizendo que num passado distante algum meteoro atingiu Vênus e alterou sua rotação, que ficou diferente da dos outros planetas, Keshe dá um explicação muito reveladora para este fenômeno, baseada nas camadas internas de organização dos campos magnéticos do núcleo do planeta Vênus. Mais da metade das teorias de Keshe estão implícitas nesta explicação, para quem tiver coragem de compreender direito o que está acontecendo lá dentro dos planetas e como tudo se relaciona com o lado de fora. Como um descobridor, Keshe começou com explicações melhores do que os geólogos para a formação, existência, constituição e funcionamento do núcleo planetário da Terra, o tal do núcleo dinâmico a que ele chamou de Caroline e que ainda precisa ser reconhecido no lugar da esfera sólida de ferro que até agora achava-se que lá existia. E Keshe utilizou-se deste conhecimento (bem explicado nos capítulos 1 e 20 do livro 1, ou em seu artigo A semente da Terra) para compreender todo o universo, o plasma, e como replicar isto em reatores.

As pessoas deviam buscar aprender mais sobre Vênus, a estrutura interna de Vênus, e também as camadas internas da Terra, segundo a explicação de Keshe, pois não há nenhum cientista que lhe impeça de compreender isto, atualmente. Eles dizem que isto é coisa para geólogos, mas não é. É conhecimento destinado a todo ser humano do planeta. Parece que não afetará em nada saber estas coisas, mas estas camadas e intercamadas, a atração e repulsão de seus materiais, e seus movimentos num fluxo magnético e os campos que liberam e interagem entre si, se isto for bem compreendido têm a capacidade de mudar toda nossa compreensão sobre tudo que é esférico e dinâmico no mundo material..

O segundo exemplo é o GaNs, essa nova forma de matéria (verdadeiro quinto estado da matéria) originária dos gases e com propriedades especiais até mais curiosas do que as do grafeno. São relativamente fáceis de fazer em temperatura ambiente e em pressão atmosférica normal. Seja qual for o gás, se em estado líquido ou sólido, sempre em tamanho nano, ele pode ser supercondutor, ou isolador, ou ambos ao mesmo tempo, mudando apenas seu encaixe na estrutura. Eles não se misturam entre si, portanto não há como fundi-los, não há como dissolvê-los nem com ácido, talvez nem com calor, e sempre quando se amontoam deixam frestas e orifícios, e seus orifícios, quando posicionados como atratores, podem atrair para si e alojar dentro de si partículas de átomos de todo tipo, de plástico a ouro, ou mesmo materiais radioativos com neutrons em franco decaimento, ou mesmo campos magnéticos soltos no ambiente. Pode-se gerar um ímã que atraia qualquer tipo de material, até vidro, madeira, silício, etc. Não tem nada que não possa ser atraído, quando se sabe como fazer, criar as condições..

Keshe merecia ganhar um prêmio nobel por esta descoberta, porque tende a reformular todas as tecnologias existentes. Keshe chega a dizer que é assim que as guerras vão acabar. Bastará o oponente aplicar o atrator correto que este desarmará todo tipo de sistema inimigo, antes que a guerra aconteça, não deixando que aconteça.

Pensem bem: se os únicos materiais que os GaNs não podem, quando em configuração de atração, atrair e capturar para dentro de seus orifícios são os próprios GaNs, então, em se tratando de tecnologia avançada de informática e equipamentos, tudo aquilo que não vier a ser feito de GaNs ou revestido deste material, vai estar correndo perigo de ficar obsoleto bastando que um dispositivo de GaNs configurado como Captador seja usado próximo dos painéis de comando, ou das máquinas, ou dos chips, ou das placas eletrônicas de controle, para que prontamente estas tecnologias fiquem inúteis e parem de funcionar. Keshe já está falando sobre isto, ultimamente. Vocês podem imaginar o quão importante vão ser as construções feitas de GaNs no futuro da tecnologia do mundo? E o quão à deriva e obsoletas rapidamente vão ficar aquelas construções tecnológicas que não forem feitas de GaNs, ou que não estiverem revestidas, de forma protetora, por este nano-material? Pensem bem e entenderão as repercussões e a mudança que esta tecnologia tende a causar.

FKIP: Interessante este segundo exemplo. Para finalizar, que mensagem você gostaria de deixar para os leitores?

R: Como ocorre no mundo, também em relação à Keshe e suas tecnologias, existe três tipos de pessoas: 1. aqueles que reconhecem as mudanças e procuram se atualizar e se adaptar, e, dentro do possível, cooperar para sua implantação; 2. aqueles que sentem que haverá mudanças, mas se negam a aceitá-las, encontrando dentro do Sistema e da atual forma de viverem os padrões para regular suas vidas, o preenchimento de suas necessidades básicas, e resistindo a quaisquer mudanças drásticas de tal estilo de vida, tão abrangentemente aceito e tão íntimamente amado, passam a ser opositores de mudanças; 3. aqueles que não vêem mudança alguma por vir, e, conformados, não se importam com nada. São três classes de pessoas, e três tipos de leitores.

Aos primeiros, eu digo que se informem, procurem compreender como criar as condições certas para cada aplicação e resultado que se quer da tecnologia, e que dediquem os recursos disponíveis e tempo para o avanço do conhecimento e dos trabalhos de mudança do mundo, trazendo-os para o Brasil e para os brasileiros o mais rápido possível. Se não puder fazer por si mesmo, patrocine o que os outros estão fazendo. Vocês tomaram a pílula vermelha, e sua responsabilidade aumenta quanto mais vocês sabem e conhecem a verdadeira metodologia natural da criação.
Aos segundos, que são os que estão em cima do muro, estes tomaram a píula azul e não querem mudanças. São os primeiros a atirar a primeira pedra. Afinal, não querem mudanças, realmente. O que querem é saber mais apenas para ter mais argumentos a fim de poder criticar. Critiquem quem não trabalha, porque nós, e a Fundação, trabalhamos bastante, e estamos a serviço de uma causa muito maior, maior do que nós, maior do que vocês.
Aos terceiros, não há nada que lhes dizer, pois não entenderão mesmo, por mais que se explique. Que continuem com suas vidas, e não tomem píula nenhuma. Desejo o melhor para estes e que um dia a luz divina invada suas mentes e avancem para além da ignorância.

FKIP: Muito obrigado por sua opinião e respostas.

R: Disponha. E, na medida das nossas possibilidades, estaremos dando continuidade ao movimento Brasil para a Fundação Keshe, através da FanPage e do website espelho da FanPage. Prestigiem e divulguem cada vez mais estas ferramentas de informação. Agradeço publicamente aos colegas Deo Sanatur e Teresa Falcão pela oportunidade de servir, em português, à uma causa tão nobre.
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Website espelho: http://fundacaokeshe.vv.si
FanPage: https://pt-br.facebook.com/KesheFoundationPortuguese
e-mail do entrevistado: rogerio_dos_santos@ig.com.br
Fundação Keshe: www.keshefoundation.org ; spaceshipinstitute.org ; forum.keshefoundation.org

5 comentários sobre “ENTREVISTA COM COLABORADOR

  1. Prezado Rogerio, vamos manter contato. Acreditoque dr. keshe se equivale a tesla, pois é avançado para a época.Tenho visto seus videos e gostaria de ler os livros publicados, pois faço estudos metafisicos em solitário, incluso geometria sagrada, fisica quântica e espiritualismo avançado, por conta própria (auto-didata). estou à disposição. Fraternal abraço.

  2. É uma tecnologia fantástica e sem precedentes, e com o potencial de viabilizar capacidades à nível de ficção ciêntífica.

    Gostei muito da fanpage. Sou estudante de Engenharia Mecânica e fico muito interessado em aprender e colaborar, mas, apenas quando eu estiver com a minha vida profissional resolvida/definida.

  3. boa tarde
    Estou fazendo varias experiência com esta nova tecnologia fiz a garrafa bootle com os eletrodos de cobre tratados, tambem consegui produzir os gans co2 através do cobre tratados, atualmente pretendo montar os reactor de cobre com 4 reator para formação estelar como mostra no vídeo live stream . estou muito animado com as experiência pois obtive bom resultados com a garrafa colocando uma reação dentro da mesma e voltando a reaçao para seu estado anterior. gostaria de trocar mais informação e conhecimentos para desenvolver esta tecnologia para elevação.
    sem mais obrigado

    • Muito interessante suas pesquisas, José Luis. Você pode entrar no grupo de pesquisas do facebook, no link abaixo, ou então adquirir o pacote de traduções e, deste modo, acessar um fórum excluisivo de buscadores de conhecimento em posse das patentes traduzidas. Mais informações na página tradutoradekeshe.blogspot.com

      E este é o link do facebook:
      https://www.facebook.com/groups/767527796592771/

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