Monthly Archives: agosto 2013

PROGRAMA ESPACIAL ENTRA NUMA ERA GLORIOSA

Novo reator não-nuclear da Fundação Keshe

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reator Keshe reactor
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PROGRAMA ESPACIAL DA F K ENTRANDO NUMA ERA GLORIOSA

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Agora com o novo reator sem radioatividade, os primeiros vídeos de testes passam a ser divulgados. Este é o primeiro:

KESHE FALA SOBRE ÍMÃS NO REATOR

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ímãs no reator
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Mensagem do Fórim (25/08/2013)

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Nós temos sido questionados com relação a colocação de ímãs no núcleo do reator.

Nós não usamos ímãs dentro do núcleo. Ímãs no núcleo tem vantagens e desvantagens.

Eles centralizam o seu Plasma, mas apenas o fazem para aquela intensidade específica de Campo magnético do seu conjunto de ímãs. Os Maggravs, entretanto, Não são o resultado de materiais magnéticos, mas sim de Campos magnéticos plasmáticos (CmPs).

Se você tivesse um detector de Campos magnéticos, então você compreenderia a influência de um Campo sobre o outro, em seu núcleo, pois desse modo estaria em condições de medir os Campos oriundos de seus ímãs no núcleo e os Campos do seu Plasma.

Na Fundação, nós temos um detetor tridimensional de Campos magnéticos, o qual tem sido construído especialmente para esta função. É deste modo que nós atualmente monitoramos o Campo magnético ambiental em derredor do núcleo, durante a operação dos reatores de teste.

Os Maggravs do planeta Terra (“earth Magravs”) são medidos tridimensionalmente em todos os três eixos, de X, Y e Z, e em seguida uma média é calculada pelo programa computadorizado. Os eixos X são sempre negativos, enquanto os outros dois (Y e Z) são sempre positivos.

Nos próximos vídeos a ser liberados, nós tentaremos mostrar este detector que temos, e a sua função.

Se você tem feito arranjos utilizando ímãs no núcleo de seu reator, por favor, faça seus sistemas de extração (o cano de retirada de plasma, na coluna central do reator) de modo que você possa “ver” (?) o efeito gerado.

No passado, ainda usando de sistemas nucleares, para testes mais específicos, nós utilizávamos de “folhas magnéticas” para balanceamento do ambiente magnético em derredor do núcleo. Eu estive na última semana mostrando à equipe de Pesquisadores no laboratório, o uso destas (folhas magnéticas, do modo como eu fazia no passado para).

Mesmo assim, seria interessante que eu tivesse os relatórios a partir de vocês que se utilizaram de ímãs sólidos dentro do núcleo do seu reator.

M T Keshe

Fonte:
http://forum.keshefoundation.org/showthread.php?2513-Reactor-loading

FUKUSHIMA O APOCALIPSE RADIOATIVO

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fukushima
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Fukushima, o Apocalipse Radioativo – A solução final

VÍDEO TRADUZIDO.

Para legenda: Em Spanish, Mexican – escolha: Portuguese

www.amara.org/pt/videos/AcCbI4gf1w5K/info/

 

 

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A MENOR PARTÍCULA E SEUS NÍVEIS INFERIORES

Um átomo é um sistema dinâmicamente montado a partir da proto-matéria e pelas teorias de Keshe

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sopa de raios
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A menor partícula material e os seus níveis inferiores
por Rogério dos Santos
e-mail: rogerio_dos_santos@ig.com.br

A menor partícula é um nível muito alto de densidade da ‘matéria’. A menor

AJUSTES GRAVITACIONAIS ENTRE CAMPOS

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magnes ímãs
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OS AJUSTES GRAVITACIONAIS ENTRE CAMPOS MAGNÉTICOS

 

Para Legendas:  Em English selecione: Portuguese

 

www.amara.org/pt/videos/18Ip8hGa1PFq/info/

 

 

 

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7 MINI-FILMES PARA ASSISTIREM

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SÃO 7 MINI-FILMES PARA VOCÊS ASSISTIREM
(sem legendas pois não tem falas)

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1 min – LABORATÓRIO CHINÊS com protótipo de reator
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1 min – Special Keshe Foundation Release of Technology 21 sept
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1 min – First take notice and read patent EP1770715
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1 min – First take notice and read patent EP1770717
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1 min – Keshe… EXEMPLO DE NAVE
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1 MIN – News… EXEMPLO DE MAGRAV voando
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1 MIN – Carro Voador (animação gráfica)
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A ANEDOTA DA CIÊNCIA

A diferença de linguagem e abordagem entre as tecnologias atual e a de Keshe

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anedota científica
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A NOVA TECNOLOGIA PODE MUDAR AS COISAS TANTO ASSIM?
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Este é o texto, que consta na figura acima:

PROBLEMA COM REATOR NUCLEAR :

Eu estava acelerando prótons a .9 c

OS DOIS PRIMEIROS POSTS DO FÓRUM

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ESTES SÃO OS DOIS PRIMEIROS POSTS DO FÓRUM DA FUNDAÇÃO KESHE:

Segue, abaixo, a tradução livre para os posts de Keshe no Fórum da Fundação. São as primeiras postagens, inaugurando o Fórum. São datados do ano de 2009.

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A primeira Mensagem (29/07/2009):

SOBRE O NOVO REATOR NÃO-NUCLEAR

Seleta de Mensagens do Fórum (21/06 a 03/08)
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Últimas postagens de Keshe sobre o Novo REATOR não-nuclear:

1.

Com relação ao reator não-nuclear da Fundação Keshe, que nós temos desenvolvido, este sistema em breve terá

TEORIA UNIFICADA-PARTE 1

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Keshe Teoria Unificada
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O Documento de Keshe, Unifying Theory, ou Teoria Unificada, está disponível no site da Fundação Keshe.

(duas primeiras páginas do ‘artigo’ que já foram traduzidas)

Glossário:
CmPs = Campos Magnéticos Plasmáticos – as menores partículas atômicas com Magrav (campo ao mesmo tempo magnético e gravitacional).
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Resumo

Neste artigo serão explicados de modo simples a origem do eletromagnetismo, isto é, dos campos eletromagnéticos, e como eles são criados dentro da existência (?) de outros campos magnéticos.
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Discussões

A ciência atual entende que a criação do Cm e interação deste Cm com a matéria física, ou mesmo com outros Cms, sempre leva à liberação de campos eletromagnéticos, ou aquilo que conhecemos como a unidade de energia equivalente à energia de um elétron. .

Neste universo, onde a unidade de energia equivale à energia de um elétron, mesmo em locais onde não há quaisquer matérias, para que Cms (provenientes destas) possam vir a interagir entre si de modo que algum eletromagnetismo seja criado ou liberado, mesmo assim em tais ambientes os campos eletromagnéticos se apresentam e executam função.

Assim, campos eletromagnéticos, ou aquilo que entendemos como a energia proveniente dos elétrons, não necessitam ser criados mediante interação entre Cms e matérias, que é o modo como vem ocorrendo nos modernos geradores atuais.

Isto porque, no universo, o eletromagnetismo é constantemente produzido, – mesmo sem interação entre Cms e matérias (exemplo dos geradores), e sem interação física entre campos, e até mesmo sem a presença de qualquer matéria, mas, isto sim, – devido tão somente à diferenças (gradiente) de intensidade de Cm entre dois campos.

Nossos experimentos nos tem permitido, por meio de um reator de plasma, criar e manter de forma Constante um campo Energético, – ou o equivalente à intensidade dos campos eletromagnéticos de um elétron, – sem que qualquer elétron esteja presente, ou em movimento, dentro deste reator.

Tal fato inusitado decorreu do desenvolvimento de reatores chamados ‘gravitacionais’ que apresentam a capacidade de, dentro dos núcleos destes reatores, criarem/ produzirem intensidades distintasde CmPs, – com a capacidade (adicional) de, em diferentes partes destes reatores, criar e manter distinta/ diferente intensidade de Cm – onde estes Cms são “contínuos” e portanto podem ser mantidos num nível de intensidade constante e predeterminado, fazendo com que a diferença (gradiente) de intensidade entre esses campos.permaneça (por tempo indefinido) com intensidade igual à intensidade de Cm de um elétron, e fazê-lo numa condição na qual o fluxo eletromagnético de corrente (que sempre é a de um elétron) pode ser mantido, a partir de um Cm para o outro, devido à suas diferenças (gradiente) de intensidade entre os campos.

Nestas condições, pode ser alcançada uma produção contínua de campos eletromagnéticos (elétrons), simplesmente pela criação de dois Cms com distinta/ diferenciada intensidade de Cm – resultando na intensidade de um elétron, – (considerando) que, como estes dois Cms são nivelados para baixo, a partir de uma intensidade de Cms para outra, isto torna possível gerar um fluxo de Cm igual/ equivalente à intensidade de Cm de um elétron (isto é, um fluxo eletromagnético ou de corrente). É deste modo que pode ser mantida (constante, enquanto o reator estiver em funcionamento) uma produção de fluxo eletromagnético, ou criação de corrente eletromagnética.

Assim, a corrente de Cms de um elétron, ou aquilo que se convencionou chamar de eletromagnetismo ou fluxo eletromagnético, pode ser criada a partir de qualquer nível de intensidade de Cms, conquanto que exista alguma diferença (gradiente) de nível de intensidade entre dois Cms.

Nos CmPs, a diferença (gradiente) no nível de intensidade entre dois CmPs gera um fluxo de Cms desde uma até a outra intensidade de campo, e isto é o que comumente se convencionou chamar de de fluxo de campo eletromagnético, fluxo este que (descobrimos que) pode ser gerado e mantido por meio de reatores. Assim, podem ser obtidos/ extraidos campos eletromagnéticos (isto é, elétrons) a partir de qualquer intensidade de CmPs, advindos de qualquer das três Matérias plasmáticas, contanto que a sua diferença (gradiente) de intensidade entre os Cms (CmPs) seja equivalente àquela intensidade de Cm capaz de afetar o movimento de outros campos, para que (por meio de fluxo) (tal efeito) atinja a intensidae de Cms de um elétron, resultando portanto em corrente eletromagnética. E corrente eletromagnética nada mais é do que aquele fluxo de Cms que vai desde um campo de forte intensidade para um campo mais fraco, até que a intensidade de Cm desse fluxo seja (passe a ser) igual ou equivalente ao Cm de um elétron (Ver Figura 1 da Teoria Unificada para tentar entender).
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O Eletromagnetismo

No verdadeiro mundo da existência (ou da criação), todas as três Matérias plasmáticas de um plasma não exibem fronteiras delimitadas, tal como ocorre com as matérias tangíveis. Nas Matérias do plasma (elétron, próton ou nêutron) suas fronteiras são ditadas e criadas pelo espaço que eles estão preenchendo, e pelos efeitos dinâmicos de Cm que se apresentam, e é este este espaço delimitado de manifestação dos efeitos de seus Cms constituintes é que é chamado de “o ambiente de campos” do plasma. Assim, quando nós falamos de entidade ou plasma, seja de um elétron, um próton ou um nêutron, o que nós estamos nos referindo é básicamente àquele espaço coberto pelo plasma e àquele ambiente dinâmico aonde os efeitos de Cms (CmPs) da estrutura total daquela entidade/ plasma pode abarcar.

Um elétron, de fato, nada mais é do que um ambiente específico no espaço aonde os efeitos totais de todos os Cms de todas as três Matérias e campos constituintes e passíveis de serem detectados ou contidos dentro dele, podem se manifestar..

Quando uma entidade apresentar. dentro de um determinado ambiente de plasma, uma intensidade de Cms total que seja equivalente à intensidade de Cm de um elétron, então tal entidade/ plasma encontrar-se-á de posse da (mesma) mistura dinâmica de Cms de um elétron, o que é outra forma de dizer que tal entidade está apresentando a (medida da) intensidade de Cm de um elétron, o que é comumente chamado de possuir “campo eletromagnético” ou “energia”.

E sendo este Espaço (ambiente plasmático de campos) basicamente constituido de Cms, por sua própria natureza tais Cms precisarão interagir com outros Cms e com entidades feitas de Cms que se encontrarem ao seu derredor, circundando-o, e sabemos que tal interação entre campos, por serem magnéticos, só pode ser ou de atração (gravitação) ou de repulsão (Magnética). Assim, a direção do movimento deste Espaço equivalente a um elétron, ou ambiente plasmático de campos elétromagnéticos (Ver Figura 1) ativos neste Espaço, estará na dependência dos demais Cms que se encontrem dentro do seu próprio ambiente, onde seus ambientes de intensidade total irá ditar, segundo as forças de gravitação e de repulsão, qual será a direção do movimento de alguns Cms do plasma dos elétrons.

NOTA: O RESTANTE DAS PÁGINAS DO DOCUMENTO AINDA NÃO FORAM TRADUZIDOS PARA O PORTUGUÊS.

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Fonte:
http://www.keshefoundation.org/pdfs/unifying_theory.pdf